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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Nunca se sabe o que é para sempre, sobretudo nas coisas do amor. E era uma coisa do amor, isto tudo. São tão estranhas as coisas do amor que não se compreendem por inteiro. Tem de se estar sempre a fazer suposições. Nunca se sabe como é até que ponto e até quando. Esta obsessão chega para impedir a vida, o amor pode impedir o amor, amaldiçoá-lo como um espectro. (Nos teus braços morreríamos, Pedro Paixão)

Frase roubada aqui! E agora aceitam-se as ofertas! Entretanto vou ver se o livro anda pela biblioteca!!!!