segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Nunca Parto Inteiramente



Nunca Parto Inteiramente

Nunca parto inteiramente,
Não me dou à despedida
As águas vão simplesmente
Presas à sua nascente
É do seu modo de vida

Fica sempre qualquer coisa
Qualquer coisa por fazer
Às vezes quase lamento
Mas são coisas que eu invento
Com medo de te perder

Deixei um livro marcado
E um vaso de alecrim
Abri o meu cortinado
Fiz a cama de lavado
Para te lembrares de mim

Nunca parto inteiramente
Vivo de duas vontades:
Uma que vai na corrente,
A outra presa à nascente
Fica para ter saudades

4 comentários:

Paulo disse...

"Nunca parto inteiramente... Com medo de te perder..."

Seria um duro golpe se isso acontecesse...

BJS GRANDES

sonia disse...

Princesa...sem comentários! Faz-me lembrar muitas das coisas que falamos ontem!!! E disso não vale a pena fugir!

Beijo grande

Just me disse...

Paulo:

Nunca me vais perder meu amigo do coração!

Sónia:

Podes fugir mas não te podes esconder......

Não vou fugir!

Beijocas

Paulo disse...

OBRIGADO ANDREIA!!!

Subscrevo inteiramente o que acabaste de dizer e reafirmo o que foi "dito" em 27|06...

BJS GRANDES